quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Deinonico ou Deinonychus

Introdução

O Deinonychus ("garra terrível") e outros dromeossaurídeos ("lagartos corredores") foram dinossauros caçadores pequenos e agressivos. Poucos terópodes se comparam à sua inteligência e nenhum ostentava uma combinação tão terrível de armas. As maxilas dos dromeossaurídeos eram equipadas com grandes presas curvadas com formato de lâminas, suas mãos com três dedos sustentavam garras arqueadas, e garras curvadas brotavam de seus longos dedos dos pés semelhantes aos de uma ave. As enormes garras como lâminas de faca no segundo dedo do pé eram duas vezes mais longas do que qualquer outra de suas garras. Os dromeossaurídeos variavam de 2 a 6 metros de comprimento. Eles, provavelmente, desenvolveram-se durante o Período Jurássico, embora seus fósseis sejam conhecidos do Cretáceo. Os dromeossaurídeos distribuíram-se pelos continentes do norte, após esses terem se separado do supercontinente Gondvana, ao sul.

Em movimento

Quando o Deinonychus corria, fosse para alcançar a presa ou para escapar de um predador, utilizava os músculos fortes dos pés para puxar suas garras especiais de volta do chão. Assim, protegia-as de qualquer dano. As outras garras, menores e mais grossas, serviam para agarrar-se ao solo e manter o equilíbrio.

Campeão de Corrida

Um animal talhado para correr: seu corpo delgado era sustentado por pernas esguias, mas resistentes, e as fortes juntas dos tornozelos podiam absorver toda a pressão quando ele disparava em alta velocidade. O crânio do Deinonychus devia ser leve, porque seus ossos apresentavam orifícios. Acredita-se que pudesse atingir, se preciso, a marca dos 40 km/h, velocidade maior que a de um campeão olímpico.

Camuflagem

Ninguém sabe quais devem ter sido as cores dos dromeossaurídeos. O mais provável é que suas peles com escamas ou com penas fossem coloridas ou desenhadas de modo que seus corpos se misturassem com o ambiente à sua volta. Se o Deinonychus vivesse em florestas, listras ou pontos em sua pele o teriam ajudado a se camuflar na luz mesclada abaixo das árvores. Sua camuflagem o tornaria menos visível à sua presa.

Um bando de matadores

Os Deinonychus caçavam em bandos, a exemplo do que fazem hoje os cães selvagens nas planícies da África. Eles provavelmente rondavam hordas de Tenontosaurus e de outros herbívoros gigantes, espreitando os filhotes e os membros mais fracos do grupo. Então atacavam, usando uma garra para segurar a vítima e a outra para rasgar-lhe a barriga. Logo em seguida, os dentes dos Deinonychus entravam em ação. Afiados e curvados para trás, tornavam impossível para a presa escapar de seu trágico destino.

Vista aguçada

Ao estudar o crânio do Deinonychus, os peritos descobriram nele grandes órbitas oculares. Isso os fez pensar que ele tinha uma visão aguçada, perfeita para enxergar a vítima de uma longa distância.

Garra Terrível

As maxilas do Deinonychus se abriam para mostrar fileiras de presas terríveis. Os braços abriam-se como as asas de uma ave e estendiam-se para cravar suas garras curvadas no couro escamoso da vítima. As garras dos dedos do pé, semelhantes a lâminas de faca, podiam se erguer prontas para se moverem violentamente para frente e estriparem a presa. Barras ósseas estendiam-se para frente, a partir dos ossos para se sobreporem aos ossos à sua frente e formarem um feixe que enrijecia a cauda. O dinossauro balançaria a sua cauda para conseguir manter o equilíbrio. A cauda atuava como uma barra flexível, lançando-se em todas as direções, conforme o dinossauro se movia.

Uma cauda especial

O Deinonychus possuía hastes ósseas em sua cauda, o que a tornava bastante rígida. Quando espichada, servia para manter o equilíbrio do animal enquanto este corria. Também pode ter sido utilizada como uma espécie de leme, ajudando o dinossauro a ziguezaguear rápido por entre as pedras.

Dados da Fera


Nome científico: Deinonychus
Tamanho: 3 m de comprimento e 2 m de altura
Alimentação: carne
Habitat: floresta aberta
Onde foi encontrado: América do Norte
Idade: início do Cretáceo
Quando viveu: 115 milhões de anos atrás
Gêneros aparentados: Dromaeosaurus, Velociraptor

Curiosidade

O chute do Deinonychus era tão potente que ele podia acabar quebrando o próprio dedo do pé. Sabemos disso porque foi encontrado um osso com marcas de fratura e calcificação. Conclusão: o dinossauro deve ter se ferido quando chutava a presa.

Enciclopédia dos Dinossauros e da vida Pré-Histórica (editora Abril), Revista Dinossauros - Descubra os gigantes do mundo Pré-Histórico (editora Globo) - vol 8.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Primeiros Peixes

Introdução

Grandes passos na evolução antes e no início do Cambriano deram origem aos primeiros peixes. Principalmente, milhões de células muito delicadas associaram-se para formar as esponjas. Então, diferentes tipos de células que realizavam funções específicas formaram tecidos em animais mais avançados, os eumetazoários. Os primeiros eumetazoários tinham duas camadas de tecidos. Os posteriores tinham três camadas de tecido. Mudanças adicionais deram origem aos bilatérios - animais com lados direito e esquerdo, corpos com muitos segmentos, uma parte anterior com uma boca, e uma posterior com um ânus. Em torno de 535 milhões de anos atrás, bilatérios pequenos e alongados, chamados cordados, tinham evoluído um bastão rígido chamado notocorda, o que antevia a formação de um esqueleto interno. Os cordados adquiriam um cérebro, brânquias, blocos de músculos e nadadeiras, e tornando-se os primeiros peixes do mundo.

Calcicordados

Cothurnocystis era um animal estranho com a forma de uma bota. Um cientista os agrupou como Calcicordados ( "Cordados de cálcio" ), fazendo um cordado - um organismo que tinha uma notocorda em algum momento de sua vida. Sua cauda deveria conter uma notocorda e as pequenas fendas em seu corpo filtravam o alimento, assim como fazem as fendas encontradas na garganta dos Amphioxus viventes. Contudo, muitos cientistas acreditam que ele era simplesmente um equinoderma esquisito. Cothurnocystis tinha uma pele externa formada por placas duras, como em um ouriço-do-mar um equinodermo vivente.

O fóssil de Cothurnocystis

 Lembrando uma flor petrificada presa à sua haste, este fóssil de Cothurnocystis é encontrado em uma antiga rocha da Escócia. Cothurnocystis pertencia aos carpóides - criaturas achatadas e pequenas que viveram nos mares do início do Paleozóico. Há mais de 400 milhões de anos, este carpóide - pequeno o bastante para caber na palma de uma mão - arrastava-se pelo fundo dos oceanos utilizando sua cauda. O cientista Richard Jefferies sugeriu que a cauda continua uma notocorda, o que faria os carpóides ancestrais dos peixes.

Cordados com cabeça

O pequeno cefalocordado ( "cordado com cabeça" ) com forma de enguia, chamado Branchiostoma é, provavelmente, o melhor indício de criaturas que deram origem aos peixes. Brachiostoma e outros cefalocordaos não tinham cabeça, mas uma expansão da notocorda na extremidade anterior sugere início da formação de um cérebro. Em 1999, um cientista chinês descreveu uma criatura fóssil muito antiga que ele acreditava ter uma anatomia muito próxima à de um Brachiostoma, mas que era ainda mais semelhante ao peixe. Acredita-se que a 530 milhões de anos Haikouella tinha um cérebro desenvolvido, olhos, coração e filamentos branquiais. Tais criaturas devem ter sido os primeiros craniatas - criaturas com um crânio.

Cordados com cauda 

Tunicados viventes são parentes próximos dos ancestrais dos peixes. Sua larva semelhante a um girino possui uma notocorda. Eles são chamados Urocordados ( "cordados com cauda" ) porque a maior parte de sua notocorda está em sua corda longa. Larvas de tunicados nadam e então se fixam no substrato marinho. Peixes devem ter se originado a partir de criaturas similares a tunicados jovens que nunca se fixaram.

Quebra-Cabeça de dentes

Dentes fósseis de conodontes confundem os paleontólogos há mais de 150 anos. Eles são fósseis muito delicados com forma de dentes, de criaturas marinhas misteriosas que viveram por mais de  300 milhões de anos e que não deixaram outros tipos de vestígios. Finalmente, em 1983, um fóssil inteiro de um animal conodonte foi encontrado. Ele era parecido com uma enguia com grandes olhos e dentes na garganta. Como o dente de conodonte parece conter os mesmos ingredientes do osso, alguns cientistas consideram os conodontes como os primeiros vertebrados no mundo. No entanto, os conodontes formaram um ramo lateral da evolução que conduziu ao aparecimento dos peixes.

domingo, 20 de outubro de 2013

Triássico

Introdução

A fronteira entre o Permiano e o Triássico coincide com a maior extinção em massa da história da Terra, com 95% das espécies dizimadas. Cientistas não sabem se isso teve alguma relação com a atividade vulcânica na Sibéria, mas logo em seguida grupos completamente novos de animais se espalharam pela terra e pelo mar.

O mundo no Triássico


Todos os continentes haviam se juntado para formar um enorme supercontinente que chamamos de Pangeia. Todos os oceanos foram igualmente unidos num superoceano chamado Pantalassa. As condições do Novo Arenito Vermelho continuaram, com desertos áridos no interior do continente. A vida terrestre só era possível nas extremidades mais úmidas.

Significado do Nome

Trias - três. Refere-se a três sequências de rocha encontradas na Alemanha, onde o período foi identificado. Elas são:

- Keuper: arenito desértico e calcário de argila.

- Muschelkalk: (giz de mexilhão) rocha calcária marcando uma fase marinha.

- Bunter: arenito desértico.

Classificação usada até hoje, mesmo que em alguns lugares do oeste europeu não se considere a Muschelkalk.

Extinção em Massa

Uma gigantesca extinção em massa ocorreu no final do Permiano, e fósseis como os do Glossopteris foram destruídos. Veja o porquê na continuação da postagem.

Nova vida Vegetal

As diferenças entre as plantas do Permiano e do Triássico estão listadas a seguir:

- Árvores
Permiano: gigantescos musgos e cordaites, como as florestas de carvão do período Carbonífero.
Triássico: coníferas primitivas, próximas às araucárias.

- Plantas de médio porte
Permiano: gigantescas cavalinhas, fetos arbóreos.
Triássico: plantas similares a cicadáceas, fetos arbóreos.

- Plantas de pequeno porte
Permiano: pteridospérmicas.
Triássico: samambaias comuns e cavalinhas.

Clima Triássico

Cientistas acham que este foi um dos períodos mais quentes da história do planeta, com o aquecimento global acontecendo durante o final do Triássico. Isso ocorria devido ao fato de que a terra se encontrava em um único supercontinente, os climas eram extremos:

1. Clima seco durante todo o ano.
2. Chuvas rápidas e sazonais perto das costas.
3. Grandes regiões latitudinais de chuvas frias. O interior da Pangeia é sufocantemente quente durante o Triássico, com pequenas chuvas caindo. Temperaturas mornas se estendem pelos Polos da Terra.

Razões para a Extinção em Massa

Há diversas teorias, mas a primeira é a considerada mais provável.

1. Mudanças atmosféricas e oceânicas causadas pelas erupções na Sibéria.

2. Flutuação climática causada pela junção de todos os continentes.

3. Impacto de um meteorito. Evidências químicas foram encontradas na Austrália e Antártica, mas elas não são fortes o bastante.

4. Mudança na salinidade do oceano.

Vida Triássica

Foi-se a miríade de criaturas marinhas da era Paleozoica, para dar lugar a espécies totalmente novas de animais que vivem na água. A vida vegetal em transformação na terra passa a alimentar animais também em transformação. Os animais terrestres continuam a se modificar e expandir, alguns desenvolvendo estilos de vida aéreos e marinhos, e os primeiros mamíferos e dinossauros começam a aparecer.

Mudam as plantas, Mudam os animais

A vida vegetal em evolução encorajou uma vida animal também em evolução. Os répteis herbívoros parecidos com mamíferos estavam em declínio à medida que as mudas de samambaias morriam. Uma nova linhagem de répteis herbívoros parecidos com mamíferos evoluiu enquanto as samambaias convencionais dominavam o ambiente. Mamíferos e dinossauros evoluíram, e as coníferas se estabeleceram no final do período.

Ovos de casca dura

Ainda há grande parte dos grandes anfíbios na Terra durante essa época, mas é o início da era dos répteis. Répteis tem ovos de casca dura - anfíbios deixam ovos que só sobrevivem na água. Répteis nascem totalmente formados do ovo - anfíbios passam por um estágio larval como girinos, geralmente na água. Répteis têm uma pele resistente à prova de água que pode resistir a condições secas - anfíbios têm uma pele mole coberta com muco que precisa ser mantida úmida.

Pegadas

Evidências da existência dos répteis vêm das várias pegadas encontradas em rochas de areia encontradas no período Triássico. Locais famosos incluem: Dinosaur State Park em Connecticut, Moab, Utah ( ambas nos Estados Unidos ) e Dumfriesshire, Escócia.

O que forma um Dinossauro?

Há diversas características que definem um dinossauro e o fazem diferente de todos os outros répteis. São elas:

- Crânio com dois buracos atrás dos olhos para segurar os músculos da mandíbula.

- Pernas frontais mais curtas do que as pernas traseiras.

- Três ou menos articulações no quarto dedo.

- Um buraco, mais propriamente uma cavidade do quadril para segurar o osso da coxa.

- Três ou mais vértebras unindo o quadril à coluna vertebral.

- Pernas seguras verticalmente abaixo do corpo, não saindo pelos lados - mais parecidas com as de um elefante do que um crocodilo.

Eoraptor


Significado: primeiro caçador
Período: final do Triássico
Tamanho: 1m
Alimentação: pequenos animais
Informação: um dos primeiros dinossauros. Tendo todas as características de um dos primeiros dinossauros carnívoros - uma postura bípede com a cabeça posicionada para frente, balanceada por um rabo pesado, pequenas patas com garras, grandes mandíbulas com dentes afiados.

Tecodontossauro


Significado: lagarto de cavidade dental
Período: final do Triássico
Tamanho: 1m
Alimentação: plantas
Informação: um dos primeiros dinossauros herbívoros. O Tecodontossauro tinha um corpo maior que de um carnívoro, para abrigar um sistema digestivo mais complexo, e um crânio pequeno com um longo pescoço para alcançar sua comida.

Eudimorfodonte


Significado: duas formas verdadeiras de dente
Período: final do Triássico
Tamanho: 1m (asas estendidas)
Alimentação: pequenos animais
Informação: um dos primeiros pterossauros - um grupo de répteis voadores, parente dos dinossauros, que eram os lordes dos céus durante o período Mesozoico. As asas do Eudimorfodonte eram formadas por membranas seguras por um longo dedo.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

sábado, 12 de outubro de 2013

Borboleta do tempo dos dinossauros corre risco de extinção

Uma equipe de cientistas mexicanos e franceses alerta para o risco de extinção da borboleta Baronia brevicornis, uma espécie do centro do México que conviveu com os dinossauros há 70 milhões de anos e talvez seja a mais antiga do mundo. 

A borboleta, uma 'Papilionidae' marrom com toques amarelos e alaranjados que pode ser encontrada apenas na Serra de Huautla, está sob ameaça de extinção por causa da agricultura, do desmatamento e da poluição, advertiram os especialistas neste fim de semana durante o fórum Green Solutions 2013. Pesquisadores da Universidade Autônoma do Estado de Morelos (UAEM), com apoio da Universidade de Toulouse, na França, investigam há cerca de cinco anos esse pequeno inseto, 1.500 vezes mais antigo do que o ser humano. 

Segundo as conclusões do estudo, a 'Baronia' é 'um fóssil vivo que existe apenas no México e é a borboleta mais antiga já encontrada no mundo'. O pesquisador francês Luc Legal garante que 'apenas em duas regiões do mundo as borboletas conseguiram se preservar frente à época glacial: em uma região da China e em Morelos'. 

O governo de Morelos promove, junto com os estados de Guerrero e Puebla, a criação de uma área de reserva ecológica de 180 mil hectares que, além de proteger a 'Baronia', implicará a conservação de outras espécies de fauna e flora da reserva da Serra de Huautla (G1).

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Foi descoberto por estudante o fóssil mais completo de Parassaurolofo

O estudante do ensino médio Kevin Terris descobriu o mais completo esqueleto fossilizado de um parassaurolofo, uma das mais conhecidas espécies de dinossauros. Dias antes do jovem, dois paleontólogos haviam pesquisado o local, mas não se depararam com os ossos expostos. 
 
A descoberta ocorreu em 2009 no Estado americano de Utah e foi divulgada na terça-feira, quando também foi anunciado resultado da análise do fóssil. Segundo o Museu Raymond M. Alf (EUA), instituição que fez a pesquisa, o parassaurolofo viveu há 75 milhões de anos e é conhecido por ter um tubo oco no topo do crânio. 

Os cientistas especulam que esse tubo era usado como uma espécie de trompete para algum tipo de comunicação, assim como para impressionar visualmente possíveis parceiros.​ Além de ser o mais completo conhecido da espécie, chama a atenção no esqueleto ele ser de um filhote da espécie, já que os cientistas não tinham muita ideia de como ocorria o crescimento desse animal. 

"Nosso bebê parassaurolofo tem cerca de um quarto do tamanho de um adulto, mas já começou a crescer sua crista", diz Andrew Farke, curador do museu. O cientista explica que exames de imagem mostram que o filhote já tinha um crescimento no topo do crânio, que se transformaria no tubo dos animais adultos. O estudo do osso da perna ajudou a estimar a idade do dinossauro quando morreu: menos de 1 ano. 

"Dinossauros têm crescimentos anuais em anéis no tecido ósseo, assim como as árvores. Mas não vimos nem mesmo um anel", diz Sarah Werning, da Universidade Stony Brook e coautora do estudo. O animal teria cerca de 1,8 metro de comprimento, mas, quando adulto, poderia passar dos 7,5 metros. 

Exames de imagem do interior do crânio mostram que o filhote já tinha capacidade de fazer sons com o tubo craniano, mas menos graves que os adultos. Os cientistas afirmam que, devido à importância do fóssil, o modelo em 3D do esqueleto, feito a partir dos exames de imagem, está disponível gratuitamente no site: www.dinosaurjoe.com. (Terra).

terça-feira, 8 de outubro de 2013

domingo, 6 de outubro de 2013

Fóssil de dinossauro será leiloado na Inglaterra

O esqueleto completo de um dinossauro diplodoco será colocado à venda em um leilão em novembro na Inglaterra.

Apelidado de Misty, o fóssil de 17 metros de comprimento e seis metros de altura, que remonta há 150 milhões de anos, tem preço estimado de 600 mil libras (R$ 2,1 milhões). 

Segundo a casa de leilões "Summers Place", há poucos esqueletos de diplodoco, um dinossauro herbívoro, conhecidos no mundo (G1).

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Fóssil de cauda de dinossauro é encontrado no Canadá

Os operários que estavam a instalar um pipeline no Canadá encontraram o fóssil intacto com dois metros da cauda de um dinossauro. A descoberta ocorreu segunda-feira em Saddle Hills, quando os operários escavavam a uma profundidade de cerca de metro e meio. 

O paleontólogo Matthew Vavrek referiu que a parte exposta tem cerca de dois metros de comprimento e é quase toda a cauda de um hadrossauro, que teria aproximadamente 12 metros de comprimento. Os especialistas acreditam que poderão descobrir mais fósseis do dinossauro nas imediações (Diário Digital).

terça-feira, 1 de outubro de 2013